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A integridade dos direitos do petroleiro virou moeda de troca dentro do escambo que se tornou as negociações do Acordo Coletivo de Trabalho entre as entidades patronais (Petrobrás, FUP e Governo). Sem realizar ao menos um dia nacional de luta, após encontros de cúpula e conversas com o presidente Lula para a reversão das punições, a FUP joga por terra a campanha salarial da categoria sem qualquer enfrentamento com o RH da Empresa e mais uma vez retrocede quando o assunto se refere aos direitos dos trabalhadores petroleiros da ativa e aposentados. ATUAL PROPOSTA Sem ganho real no SB, discriminando aposentados; A pior proposta de acordo da história petroleira. Entre todas as categorias, esse é o pior acordo.
Item apresentado na carta RH/AMB/RTS 50.158/09 - 20 de outubro de 2009: AMS. Aos admitidos a partir de 01/01/2010, para que seja garantido o direito a AMS após aposentadoria, o empregado deverá contar com no mínimo de 10 (dez) anos de vinculação ao programa de Assistência Multidisciplinar de Saúde – AMS e requerer sua aposentadoria através do convênio Petrobras/INSS. A carência de 10 anos na AMS para os empregados admitidos após 1º de janeiro de 2010 é uma das cláusulas absurdas aceitas pela FUP. Trata-se de mais uma afronta aos direitos da categoria. A carência inviabiliza o acesso a um plano de saúde digno e solidário aos futuros empregados do Sistema Petrobrás. Aprovando esta última contraproposta, nós estaremos negando aos futuros companheiros o direito a um plano de saúde decente. Para os futuros empregados, ocorrendo a necessidade de requerer aposentadoria por invalidez, não possuirão aquele benefício (vão para a fila do SUS). E seus dependentes, como ficarão? Ainda RMNR Plano PETROS Outras categorias de trabalhadores têm conseguido aumentos reais entre 8 e 10%, graças a uma atitude firme dos sindicatos que defendem os seus interesses.
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